Cláudio

Repórter Fotográfico que desde muito cedo despertou o gosto e paixão pela arte fotográfica. Seu ideal foi o foto-jornalismo. Hoje em dia tem predileção por registrar a natureza. Produziu e participou de várias mostras fotográficas no decorrer de sua carreira profissional. Em seu banco de imagens, possui muitas imagens importantes. Sensibilidade sempre foi o seu forte.
“Toda vez que eu olho para o espelho; a minha cara; é que eu sou normal e que isso é coisa rara…”. “RAUL SEIXAS”.
A minha saga
Eu, Cláudio Lara Ruiz, perdi a visão esquerda com um tiro involuntário de uma espingarda de pressão. Estávamos em um pesqueiro, local de lazer de minha família, quando fui assoprar a areia que havia no cano de uma espingarda de pressão. Neste momento um garoto, de quem não guardei o nome, apertou o gatilho e o sangue rolou por algumas horas até me levarem ao hospital. Meu médico foi (e é até hoje) “Dr. Valni Laurini” da “Clínica de Olhos Araraquara” e, graças a ele, a Deus e ao Reiki, hoje estou bem.
Depois desse momento, desenvolvi o interesse pela arte fotográfica. Minha primeira máquina fotográfica (que me acompanhou por muito tempo) foi uma olimpus trip 35, herança de família. Na seqüência de minha trilha na área da fotografia consegui, graças ao patrocínio de pai e mãe, equipamentos mais adequados e modernos. Tive uma Nikkormat da Nikon (máquina excelente na época) e também uma Cannon 1, ambas totalmente mecânicas. Depois tive uma Cannon EOS 1, essa mais moderna.
Bike-atropelamento.
Andando de bicicleta, fui atropelado por um caminhão de cana-de-açúcar e, graças a Deus, não morri, mas quebrei várias costelas e o osso da coluna. Antes do acidente do caminhão, eu havia comprado uma Cannon EOS 1, que consegui pagar com um trabalho de foto aérea e de interiores. Quem me contratou para esse importante trabalho foi a Faculdade de Química de Araraquara. Registrei imagens internas e externas de aéreas da faculdade, trabalho que realizei com todos os meus ossos quebrados e doendo muito. Dentro do avião não me ajeitava a fim de não sentir dor. O avião era um Cesnna mono motor e o piloto era meu amigo Herles, que pilotava para o Delphino.
Percebi que não tinha mais espaço para eu trabalhar e ganhar dinheiro com meus equipamentos no mercado jornalístico de Araraquara. Mas apesar disso, fiz muitas foto jornalísticas e aéreas para particulares aqui na região de Araraquara.
FOTO JORNALISMO
Me ofereci para trabalhar para o então jornal “Diário de Araraquara”, hoje extinto e lá trabalhei por alguns meses, na década de oitenta. Trabalhei também para os jornais da grande imprensa: “Folha de S. Paulo”, “O Estadão”, “Folha da Tarde”, “Tribuna Impressa” e revistas “Veja” e “IstoÉ”. .
Foi muito bom trabalhar e adquirir experiência, fiz amigos (as). Por muito tempo trabalhei ladeado do jornalista “Carlinhos Corrêa”, eu como Repórter Fotográfico e ele como Repórter da “Folha de S. Paulo- SP Nordeste”. Nesses trabalhos para a “Folha”, “Estadão” e revistas “Veja” e “IstoÉ” , também remunerado.
Desencanei por um tempo da fotografia jornalística e vendi meus equipamentos. Comprei uma bicicleta e, depois de muita labuta para “zerar” minha coluna (sarar), consegui pedalar e muito. Tive ajuda de várias cirurgias espíritas (Kardec) e pedalei muito sequencialmente.
O meu médico ortopedista me dizia na época que eu não ia mais poder pedalar, acha? E toda a nossa região rural e urbana? Pedalei muito depois disso, e ainda pedalo.
SEGUNDA QUEDA DE BIKE.
A segunda queda, ou “golpe do destino”, aconteceu pedalando sozinho. Caí chegando de Américo Brasiliense. Desloquei a tíbia (quase perdendo a perna esquerda) e também quebrei o joelho esquerdo em três lugares. Depois de longos tratamentos (mais de um ano de gesso e muita fisioterapia) consegui refúgio (cura) através do Reiki de “Mikao Usui”. No ano de (2008) fiz dois cursos de Reiki (1 e 2) com a “Mestra Ieda Aparecida Balthazar Figueiredo”. Eureka! E agora posso dizer: POSSO PEDALAR SEM DOR! SAREI MESMO!
E como brasileiro que não desiste nunca, depois de tudo isso eu já pedalei muito. Minha meta não é mais longas distâncias, mas sim pedalar em dias da semana em Araraquara e aos sábados até Bueno de Andrada, ou redondeza; locais aonde encontro sempre muitos amigos e conhecidos com suas bikes. Eu acredito em super-heróis – sou também conhecido como “Livre Pedalar”. Colaboro com o jornal “O Imparcial” há mais de três anos com textos e fotos publicados na minha página: “Livre Pedalar”. Dos ciclistas que eu pesquisei, os mais interessantes foram: Adolpho Féchio e Anésio Argenton, verdadeiros astros do ciclismo local, regional e brasileiro. Argenton, ainda nos dias atuais, é O ÚNICO MEDALHA DE OURO BRASILEIRO!
Agradeço à direção do “O Imparcial” pelas portas abertas as minhas colaborações. Agradeço a “Deus” e também “Cecília A.C. Silva”, “José A. C. Silva” e “José Ângelo Santtili” – o “Chantti”. E a todos os amigos (as) do “O Imparcial”, da imprensa local, regional e grande imprensa. Agradeço também a todos os leitores que me apoiaram nesses anos todos. Em breve, novas publicações no jornal “O Imparcial” e também aqui neste site.
Sou também estudante da “A.M.O.R.C”- “Antiga e Mística Ordem Rosacruz”. Sou também Martinista – TOM – “A.M.O.R.C.”.
E estou de volta no mercado de trabalho, aguardem!
Saúde e força!Não desista de seus objetivos!
Cláudio Lara Ruiz/ “Maluco Beleza”!

