NOSSAS SAGRADAS MESAS

Reiki para a mãe Terra!
Este artigo foi publicado no jornal “O Imparcial” de Araraquara SP. No dia 01 de janeiro de 2010;na página 11.
Nossas Sagradas Mesas.
Olá caro (a) leitor (a)!
Bom dia!
Feliz Ano Novo para você leitor (a)! Esse ano de 2010, desejo que seja repleto de saúde, luz, paz, e trabalho para todos nós.
AS SAGRADAS MESAS
Tenhamos consciência, da importância das nossas sagradas mesas de todos os dias. E principalmente nos momentos de festividades.
Conta a lenda de Camelot, do Rei Arthur:
-“Arthur criou a Távola Redonda, onde todos os seus cavaleiros se sentavam à uma mesa redonda; de acordo que não houvesse pontas nem cabeceiras, reafirmando que todos eram iguais perante ao Rei e perante ao Cristo.”. Existiu na lenda do Rei Arthur um “Mago chamado Merlin”. “Merlin era um título dado ao sacerdote mais graduado na religião antiga.”. “Após a coroação, Arthur recebeu a espada mágica EXCALIBUR que tinha uma bainha confeccionada pelas mãos das sacerdotisas de Avalon, e seus símbolos significavam as mágicas que ela continha”.
Muito interessante caro (a) leitor (a) a história do Rei Arthur, e também a história da espada mágica: EXCALIBUR! Acho na verdade histórias encantadoras. Ele (Arthur) depois de muita luta, constituiu esse ideal: “A Távola Redonda”.
Mas seja sua mesa redonda, retangular ou quadrada, é da mesma forma importante. É lá, nas sagradas mesas, que você se reúne com seus familiares, amigos, funcionários e trocam informações calorosamente. O grande e principal “negócio” da humanidade é a família. Porque, se a família não estiver bem, a sociedade também não estará.
Seja ela na sua casa, ou na sua empresa. São nas mesas que acontecem as importantes reuniões: frutos de descobertas, idéias, sugestões… enfim um enlace de idéias afins.
É importante que tenhamos consciência, que os encontros diários nas mesas, tenham essa conotação do sagrado.
Na mesa, além dos alimentos ricamente preparados, por mãos amorosas, no labor das refeições. É no olhar mutuo; se servindo e conversando, no altar sagrado da família (a mesa); que os grandes encontros acontecem. As vezes alguns desencontros, ou desaforos…, mas tudo faz parte. Costumo pensar, que as vezes, “é me perdendo que me encontro”.
E basta pensar de forma inteligente, para proporcionar os encontros e a fraternidade! Pois a desunião é algo de nenhum interesse. Unidos que somos mais; pois então que sejamos.
Façamos como na história da lenda do Rei Arthur de Camelot; saibamos advogar retamente para não haver divisões. Optemos que nossas mesas sejam: “sem pontas nem cabeceiras”. Que impere a Unidade, das idéias afins. Logicamente, que essas idéias sejam boas para a família, e para a humanidade: no lar, nos negócios; bem como nos Executivos, Legislativos e Judiciários. É o bem comum que nos é interessante. E cada um é responsável pelo que advoga. EXCALIBUR!

